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4/10/2018

Aspectos do controle e estocagem do estoque mínimo de bases galênicas

Estoque mínimo de bases galênicas: aspectos do controle e estocagem.

O Brasil já ocupa a terceira posição mundial no consumo de produtos de beleza e cuidados pessoais. Estima-se que a demanda por produtos de beleza cresça por volta de 8% em 2018, segundo a ABHIPEC. E, neste enorme mercado, encontram-se as formulações cosméticas e cosmecêuticas manipuladas por farmácias magistrais.

Com um reflexo positivo para o setor magistral, devido à possibilidade de personalização da terapêutica, adaptação às necessidades individuais de cada paciente, além do custo mais acessível em relação aos industrializados, as formulações líquidas e semissólidas de uso externo vêm ganhando um papel importante nas farmácias de manipulação.

Segundo a RDC 67/2007, em seu item 10.1, “A farmácia pode manipular e manter estoque mínimo de preparações oficinais constantes do Formulário Nacional, devidamente identificadas e de bases galênicas, de acordo com as necessidades técnicas e gerenciais do estabelecimento, desde que garanta a qualidade e estabilidade das preparações.”

Não sendo permitida a terceirização do controle em processo das bases galênicas, a farmácia deverá contar com processos pré-estabelecidos que assegurem a manutenção das características físicas e químicas das formulações. Neste aspecto, ensaios como caracteres organolépticos, pH, densidade e viscosidade assumem um importante papel: constituem indicadores de qualidade capazes de demonstrar que as características da formulação se mantêm constantes lote a lote. Além de garantir que a formulação seja manipulada de maneira reprodutível, dentro de uma faixa especificada, o controle de qualidade do produto final assegurará a manutenção de tais características, podendo inclusive servir de parâmetro para estabelecer o prazo de estoque das bases galênicas.

Por Viviane Coimbra, Diretora Técnica – Quallità-Renylab Controle da Qualidade

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